sábado, 28 de outubro de 2017

Dear past, thanks for everything!

Obrigado por todos as decepções vindas de gente que eu já esperava e das pessoas mais inesperadas da minha vida, porque cada lágrima que derramei valeu a pena, cada minuto que passei tentando me realinhar me fez ser quem eu sou hoje.
Obrigado por ter me ensinado que muitas pessoas vão aparecer na minha vida por interesse e que poucas são aquelas que vão permanecer ao meu lado mesmo quando não tenho tanto para oferecer.

Obrigado por todos os desenganos que me ensinaram a ser maior e mais forte.

Por ter me feito entender que perder às vezes é inevitável porém necessário para que eu possa aprender a vencer novamente. Obrigado por ter me ensinado que algumas pessoas entram na nossa vida somente pra bagunçar, mas que no meio do caminho, sempre vai existir o tempo para ajudar a reorganizar tudo.
Obrigado por ter me mostrado que apesar de todas as desilusões, machucados e frustrações o amor ainda é o melhor caminho para curar o insensível.
Obrigado também por ter me amadurecido, por ter me ajudado a compreender que o amor não acaba quando o relacionamento termina, que amar é um exercício diário e que o amor não é como um perfume que perde o aroma, porque o amor não fica na pele, o amor não fica na superfície, ele fica na alma, ele fica dentro da gente.
Obrigado por ter me mostrado que é possível amar novamente, que permanecer em relacionamentos abusivos dói pra caramba, mas quando a gente se livra, toda dor se torna bagagem pra gente levar pra vida.
Obrigado por ter me ensinado, mesmo quando foi tão difícil de entender, que quem ama realmente desiste e que desistir de alguém que você ama muito requer uma maturidade imensa. Às vezes a gente precisa escolher entre desistir de alguém ou desistir da gente mesmo, sabe? Parece simples, mas só quem desistiu de um amor entende e consegue explicar isso.
Obrigado por ter me apresentado cada vez mais a mim mesmo, por ter me feito compreender que às vezes a gente precisa de uma boa companhia e que devemos estar bem conosco porque muitas vezes essa boa companhia será o nosso interior.

Obrigado por ter me feito entender que ficar sozinho não é o fim do mundo…

Obrigado por ter me feito entender que ficar sozinho não é o fim do mundo e que é bem melhor estar só que se sentir sozinho ao lado de alguém. Obrigado pelas crises existenciais que passei e que me ajudaram a entender o meu eu, e a encontrar caminhos quando desacreditei que existiam.
Obrigado por cada traição que suportei, por cada mentira que tive que ouvir e por cada falsidade que lidei, porque aprendi com tudo isso que o mundo está cheio de pessoas iguais e o que me resta fazer e ser diferente. Por fim, querido passado, o meu muito obrigado aos amores que se foram, as decepções e aos machucados que serviram de ponte pra que eu chegasse até aqui ainda mais forte e mais intenso.

O erro de esperar demais das pessoas

Esses dias tive mais uma decepção acrescentada a pilha de decepções que ultimamente venho acumulando no canto do meu quarto.
Uma que apesar do cheirinho de nova, era extremamente familiar a todas as outras.
Aconteceu o que sempre acontece quando esperamos demais das pessoas: não demora muito para quebrar a cara .
E eu quebrei a minha. Lindamente.
Dei com tudo no muro. E depois me perguntei de onde havia saído aquele muro.
Até que percebi que o muro sempre esteve lá. Eu é que não o havia notado.
Na maioria das vezes em que nos decepcionamos com alguém, só nos decepcionamos porque escolhemos nos cegar. Escolhemos não ver o que sempre esteve nítido e claro na nossa frente.
A vida diz. A vida conta. A vida não esconde.
A gente é que vira a cara por vontade própria.
A culpa foi minha.
Fui usada, manipulada e posteriormente esnobada e ignorada com meu próprio aval. Com minha própria permissão.
E se estava lá agora, sentada no canto da sala com o chapéu de burro, é porque eu o merecia.
Eu merecia o chapéu, sem dúvidas. Mas ainda desconfio de que o canto, não.
E tudo bem. Acontece.
Às vezes nós mesmos nos botamos em situações que não merecemos.
Às vezes nós mesmos deixamos entrar em nossas vidas pessoas que não mereciam passar nem pela porta de entrada.
Porque as pessoas são assim. Enquanto acham que podem tirar algo de você, estão ao seu lado.
E quando não precisam mais, passam a não estar.
Assim rápido, frio, sem cerimônias, sem adeus, sem explicações, sem peso na consciência.
As pessoas descartam as outras como se fosse fácil. Porque para elas, é.
É difícil conviver com as pessoas quando você tem o péssimo hábito de se apegar a elas.
É difícil fingir que não se importa quando você faltou essa aula no colégio.
É difícil deixar pra lá quando o pensamento martela forte.
É difícil… mas eu continuo tentando.
E se eu aprendi a minha lição? É claro que não.
Tenho certeza que muito em breve estarei escrevendo mais um texto sobre isso.
Porque eu sou assim. Adoro perder o meu tempo com quem não merece nem um segundo meu.

Sobre mim e algumas companheiras...

Na primeira vez que bateram a porta do seu coração e saíram gritando como se a culpada fosse ela, ela chorou e achou que o mundo acabaria ali. 
Na segunda vez ela chorou, mas de raiva.
Na terceira ela riu e bebeu com as amigas.
Na quarta vez ela parou de contar... 
Ela é daquele tipo de menina que se entrega de verdade, que ri de verdade, intensidade em pessoa. Por mais que ela pareça forte e grite pros quatro cantos do mundo o quanto não se importa, no fundo ela quer o bem de todo mundo e se sente tão trouxa por isso. 
Quando ela descobriu que poderia ser feliz sozinha, nunca mais aceitou ninguém desnecessário na sua vida. Gozou dos seus ex namorados babacas, gozou daquele papo clichê sobre não ser pra casar, gozou do machismo, gozou da indiferença, e finalmente gozou sozinha. Depois de tanto se entregar pra corpos vazios, aprendeu a ser cheia sozinha. Descobriu que tem gente que quer só comer, mas nem fome tem.
Ela riu do desespero, brincou com a solidão, dançou com o caos. Quando o amor bateu na sua porta de novo, ela não quis atender. Estava se arrumando, dançou a noite toda, bebeu a noite toda, riu a noite toda, e fez tudo isso por ela. Por mais ninguém.
Ela tem a língua afiada, ninguém nunca consegue entender o que ela fala. Cansou de dizer coisas bonitas pra quem nunca disse nada. Cansou de procurar por rotas pra tal felicidade, cansou de gritar pro mundo o quanto acredita no amor e o destino lhe sorrir com babacas que desistem. Hoje ela quer paz.
Mulher como ela incomoda, e homem fraco surta.
Ela está sozinha, por vontade própria. E vai ter que ser muito mais que um rostinho bonito pra mudar isso. Ela finalmente descobriu que gozar sozinha é melhor do que ser mal amada, e eu nem tô falando só de sexo.

Aprenda a dizer adeus ao que foi importante, mas não cabe mais...

Sobre as chegadas (e despedidas) – Aprenda a dizer adeus ao que foi importante… Aceite quando for a hora de deixar para lá e receba com esperança os tijolos novos para a sua construção.

Despedidas são sempre dolorosas, ainda que necessárias para o seguimento da vida. Alguns ciclos nascem e terminam para que possamos começar tudo outra vez. Não é que não machuque, pois todo fim é doído, incerto, afiado, mas também é transformador.
O segredo não é carregar a cruz da saudade do que já foi como uma punição do universo, mas não levar nas costas mais do que o peso da cruz. Ainda que pareça caro demais, pagar o preço da metamorfose é sempre a melhor decisão.
Não há como viver a metamorfose se não abrirmos mão das nossas fases de lagartas. A despedida do que já cumpriu seu papel faz parte da transformação essencial nas nossas vidas. É assim que seremos melhores do que fomos ontem.
Quando nos despedimos de alguns amores até parece que vamos morrer aos poucos. O coração fica pequenino, apertado, angustiado. É ou não é? Mas, e acontece sempre assim, em algum tempo não previsto, em um amanhecer qualquer de domingo, nos apaixonamos de novo.
E a vida ganhar cor, nós ficamos mais bonitos, o céu fica mais azul e a vida toda parece que só fizemos esperar por essa pessoa. E quando o ciclo fecha, se for necessário que aconteça, lá vamos nós começar tudo outra vez.
É assim também quando os amigos tomam outro caminho, navegando por mares que não conheciam, morando em países que nunca imaginaram, casando, sonhando, partindo. Parece que nunca mais conseguiremos sorrir, nos divertir ou chorar em outro ombro.
Mas aí, quando a gente menos espera, a saudade vira uma linda recordação do que se viveu. Nosso coração se abre para novos horizontes, novas conversas, novos abraços. É que as coisas se ajeitam sempre e para tudo há uma razão nesse mundo.
Chegadas e partidas nos fazem mais fortes quando assumimos nossa responsabilidade pelo caminho que traçamos. A vida é doce, ainda que pareça amarga vez ou outra. Quando aproveitamos a doçura do destino para lambuzar tudo sem medo de sujar a roupa, aprendemos que no momento presente é onde tudo acontece.
Se o momento é onde tudo acontece, o que resta para todos nós? Apenas duas coisas. Primeira coisa: aceitar que as despedidas acontecem para que possamos receber outras chegadas.
Segunda coisa: ser feliz no ciclo que acontece nesse minuto sem pensar no que foi embora e sem querer adivinhar se haverá um novo fim. Do amanhã? Só sabemos o nome do dia. Do ontem? Seremos sábios quando o usarmos com alegria.

Aprenda a dizer adeus ao que foi importante, mas não cabe mais. Não se diminua para que as coisas continuem se encaixando.

Aceite quando for a hora de deixar para lá e receba com esperança os tijolos novos para a sua construção.
Nada é para sempre, exceto o aprendizado que temos aqui e que levaremos para outras dimensões. Bom, nem sei se você acredita nisso, também não é o mais importante. Quero apenas desejar boa sorte nessa caminhada, resiliência nas partidas e muita, mas muita gratidão pelas suas chegadas.

O amor que queremos

Chega um momento da vida que a gente só quer paz, boa companhia e tranquilidade, a gente cansa de amores complicados de paixões desenfreadas, nós só queremos alguém que nos faça sentir conforto, nada de explosão ou loucura.

Queremos alguém que nos faça nos sentir em paz, que abrace forte e diga estou aqui. Queremos aquela pessoa que você sabe que pode contar, que em qualquer lugar do mundo te faça sentir feliz independente da paisagem.
Queremos fazer planos, casar, ter uma casa, alguém para compartilhar o café da manhã, alguém com quem cheguemos em casa depois de um dia exaustivo e que esteja de ouvidos abertos para ouvir e acolher.
Nada de loucura, tudo muito calmo, tranquilo, paciente. Queremos ter alguém que possamos passar um fim de semana assistindo netflix ou quem sabe indo ao cinema. Nesse mundo que prega total desapego, queremos nos apegar.
Queremos fazer um piquenique no parque e ficar olhando as crianças correndo e imaginar como serão as nossas. Queremos rotina, quero planos, sonhos.
Queremos ser surpreendidos com aquele jantar, com aquele beijo, com aquela flor ou presente inusitado, todos nós queremos clichê. Queremos contar a todos, como o outro nos faz bem e que parece não ter defeitos.

Mas no fundo queremos descobrir quais são e que a pessoa descubra quais são os nossos e assim possamos desenvolver um amor, sincero, sem máscaras.

Queremos alguém para envelhecer ao nosso lado e que possamos passar horas contando aos netos como nos conhecemos. Queremos ter orgulho de dizer que estamos a tanto tempo juntos.
Queremos aquelas briguinhas sem motivo, só para terminar em uma boa conversa e numa boa reconciliação.
Queremos ter alguém que faça falta independentemente de onde estejamos. Queremos aquela companhia que transborde. Porque completos já somos.
Queremos alguém para somar, alguém para dividir a cama, a rotina, os planos, as loucuras. Enfim tudo o que todo mundo realmente quer em uma fase da vida.

domingo, 22 de outubro de 2017

Seja você mesmo, ainda que incomode aqueles que fingem ser quem não são

“Você não é louco. Loucos são os que sustentam relacionamentos falidos, os que pagam prestação de carro de luxo enquanto devem o aluguel, os que abandonam seus sonhos para viver de aparências. Você só é de verdade. E isso não é para qualquer um.” 

Não é fácil ser autêntico e viver as próprias verdades no mundo de hoje, em que as aparências ditam as regras e o status social sobrepuja a essência humana. Ainda mais com o olhar persecutório que permeia as redes sociais, onde expor um simples ponto de vista sobre algo pode levar a reprimendas e censuras de gente que mal nos conhece. Por isso é que, muitas vezes, chegamos a nos perguntar se somos realmente desse mundo.
Quando somos gentis, podemos ser vistos como alguém que possui segundas intenções. Quando sentimos compaixão por alguém, podemos ser julgados como fracos. Quando discordamos de alguém, podemos ser ofendidos da pior forma. Quando nos permitimos tirar um tempo sem fazer nada, podemos ser chamados de preguiçosos. Nunca antes houve tanta gente pronta para criticar a vida alheia. Nunca antes houve tantos donos da verdade.
Nessa toada, muitos acabam temendo, cada vez mais, expor o que pensam, dizer o que sentem, viver o que são, da forma que lhes convém, mesmo que não estejam atropelando ninguém nessa jornada, ainda que ninguém tenha nada a ver com isso. Cansa ler os comentários que inundam nossas publicações; cansa ser questionado sobre estar ou não sozinho, ter ou não filho, estar ou não estudando. Cansa ter que se desviar dos chatos de plantão que sempre empacam o caminho.
Teremos que nos conscientizar de algo óbvio: nada do que dissermos ou fizermos agradará a todos, muito pelo contrário. Haverá sempre pessoas nos contradizendo e nos condenando, não importando a maneira limpa e ética com que pautemos nossas ações, simplesmente porque a muitos sempre será doloroso assistir à felicidade alheia. Estão ocupados demais com aquilo que lhes falta porque não têm a coragem que tanto recriminam nos outros.
Ainda que nos deparemos com censuras, reprimendas, julgamentos e toda sorte de obstáculos pela frente, jamais sairemos perdendo quando nos dispusermos a viver aquilo por que vibra os nossos corações, sem atropelarmos ninguém por aí. Porque nada é mais prazeroso do que podermos conviver com quem somos de verdade, sem o peso inútil de culpas e de arrependimentos covardes. Vivamos!

Dói, mas passa...

Eu tenho aprendido umas coisas nessa vida. Uma delas foi olhar pra trás sem deixar de ir adiante.
Mesmo que você já tenha lido em vários lugares que o mundo não vai parar de girar pra que você conserte seu coração quebrado, você ainda tenta se convencer de que ele vai dar uma pausa pra você varrer os cacos pra qualquer lugar fora de você.
Não adianta tentar fugir disso. Tudo segue um ciclo natural. A gente fica um tempo se parecendo uma árvore sem folhas no inverno, e no momento da dor, esquecemos de lembrar que a primavera está pra chegar.
Não tenha medo ou vergonha de encarar esse momento. Você não tem que provar ou mostrar pra ninguém que tem alguém. Muitas vezes só nos encontramos quando nos perdemos. É libertador nos conhecermos melhor. É fortificante encararmos nossos medos de frente. Aceitar nossos erros e acertos, não sendo cruel com nós mesmos.
Quando se entra em um relacionamento, é natural criarmos expectativas em relação a quem está do nosso lado, dividindo conversas, beijos, amassos e noites de lençóis suados e amarrotados. Não se culpe por isso, mas não condicione sua felicidade a outra pessoa. Por mais que se goste ou ame, nunca saberemos ao certo e com precisão o que outra pessoa sente.
Já escrevi antes que, no amor, nunca há garantias. Se entregar pra alguém, sempre será um risco e não se deve deixar de viver um grande amor por medo, mas lembre-se de uma regra básica e pouco praticada: antes de amar alguém, se ame primeiro.
Seja exigente. Não aceite metades ou migalhas. Se o que está vivendo não for o que espera de uma relação à dois, não tenha medo de dizer adeus. Se doer, lembre-se que isso passa. É difícil deixar algo que a gente gosta, mas lembre-se que nem tudo que gostamos, é saudável pra nossa vida. É melhor sofrer longe um tempo, do que o resto da vida ao lado de alguém que mais te faz mal do que bem.
Não pense que se jogar nos braços da primeira pessoa que parecer interessante, irá resolver. Tampar o sol com a peneira só irá piorar as coisas. Você está assumindo o risco de magoar alguém que não tem nada a ver com quem te machucou e não soube te valorizar da forma e reciprocidade que merece. Tente se curar sem se envolver com alguém. A ferida não irá cicatrizar se você não der o tempo necessário. Deixe doer. Chore o que precisar. Grite. Corra. Observe o mar e vá de encontro às ondas. Lave a alma.
Pode ser que não seja a primeira ou última vez que você parta seu coração. Se olhe no espelho. Hoje você derrama lágrimas de tristeza. Se amanhã ou depois você irá derramar lágrimas de felicidade, só depende de você. Nunca vi certidão de óbito com a causa morte “amor”. Dói, mas passa.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Eu me amo demais para aceitar amor de menos...

Você queria que eu corresse atrás, que eu ficasse te enviando, desesperadamente, uma mensagem atrás da outra. Cê queria que eu te ligasse enquanto você brincava comigo e só atendia quando tinha vontade. Se tem uma coisa que você precisa saber é que indiferença não rola comigo. Pode até funcionar com todas as outras que você ficou, mas comigo não funciona, cara!
Teu orgulho não vai me fazer ficar no teu pé, teu ego não vai me deixar na tua. Quando você percebeu tudo isso, resolveu correr atrás de mim e me cobrar algo que você nunca me deu. Desculpa, cara, mas cê me cobrou um amor que no momento eu só consigo sentir por mim.
Queria te dizer que sinto a tua falta, mas agora você é só um pedaço que passou por aqui e eu já aprendi a ser inteira. Eu pensei em te dizer: ”Pelo amor de Deus, fica!”, mas desde quando a gente precisa implorar alguma coisa pro amor? Desde quando a gente precisa pedir atenção ou mendigar presença de alguém?
Ainda bem que só pensei em te procurar e não procurei, é que o amor que eu sinto por mim não me permitiu que eu te implorasse absolutamente nada.
Desculpa, meu bem, eu me amo demais pra chorar por alguém como você. Eu me amo demais pra viver correndo atrás desse seu tipo de ser. Eu me amo demais pra me enganar ao ponto de trocar o meu amor inteiro por um amor meio bosta. Quem é inteiro, meu bem, não precisa de metade de ninguém.
E olha só que irônico, acordei e dessa vez parei de sentir a tua ausência e passei a agradecer o espaço que ficou depois que você foi embora. Desculpa por não ter entrado na tua, não voltar a me envolver na tua bagunça, nem ter sido, nem feito o que você esperou que eu fosse e fizesse.
Eu não pude continuar nisso... Encontrei o meu amor próprio no meio do caminho e fiquei. Eu não vou te pedir pra ficar, não vou implorar a tua presença, não vou abrir mão de mim mesma por mais ninguém. Me disseram que a gente só consegue esquecer um amor encontrando outro, e foi ai que eu encontrei e nunca mais larguei esse tal do amor próprio.
A gente precisa se amar muito, mas muito mesmo pra não aceitar ser o cargo de segunda opção de ninguém. Não faço a mínima questão de fazer parte dessa tua vida, cara. Cê estava errado ao pensar que eu seria capaz de fazer por você tudo o que eu faria por mim. Mas é que eu me amo demais pra aceitar amor de menos.

domingo, 25 de junho de 2017

...


Amores...

Existem amores que surgem de amizades, existem amores que surgem por influência de outras pessoas e existem amores que surgem por destino.
Existem várias formas de amor, e várias formas de amar. Às vezes é confuso, as vezes é um pouco claro demais, mas uma hora ou outra tudo se equilibra, uma hora ou outra você encontra qual forma de amor você quer, você escolhe com quem quer ficar, você escolhe qual sorriso quer ver toda manhã ao acordar, você simplesmente escolhe o que quer.
O amor é tão paciente, mas às vezes machuca se amado e demonstrado de forma errada. Apenas viva intensamente e ame as pessoas do fundo da sua alma, e você encontrará o caminho certo por onde seguir.

I Went Too Far


I went too far when I was begging on my knees
Begging for your arms, for you to hold around me
I went too far and kissed the ground beneath your feet
Waiting for your love, waiting for our eyes to meet
Crying 'give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
Oh, give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
I went too far when I was begging on my knees
When I cut my hands, so you could stand and watch me bleed
I went too far and kissed the ground beneath your feet
Standing in my blood, it was a taste of bittersweet
Crying 'give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
Oh, give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
Why can't I turn around and walk away?
Go back in time?
I had to turn around and walk away
I couldn't stay, I had to walk away
I'm left behind with an empty hole
And everything I am is gone
I tried to reach for another soul
So I can feel whole
Oh, give me some love
Oh, give me some love
Oh, give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
Oh, give me some love, give me some love and hold me
Give me some love and hold me tight
Why can't I turn around and walk away?
Go back in time?
I had to turn around and walk away
I couldn't stay, I had to walk away


Amores loucos deixam saudade...

Quem nunca passou por um amor completamente insano? Amores que machucam fisicamente, que nos dão a ridícula certeza de que nunca acabarão e que a cada briga você acha que se jogará pela primeira janela que aparecer. Eu já passei e você provavelmente também já passou. Se não passou, para o seu próprio bem espero que algum dia ainda passe.
O lance dos amores loucos é que por pior que eles tenham acabado (ele sempre acabam de alguma forma péssima), eles deixam saudades. Não da pessoa ou da relação que tiveram, mas saudades do que você sentiu. Do que todo aquele amontoado de sentimentos confusos e exagerados fez com você.
Só que acontece que se você for uma pessoa minimamente sã, depois que você amadurece, você pega uma certa preguiça de amores loucos. Se uma adolescente passa por um amor louco, ela é só uma adolescente.
Se uma adulta passa por um amor louco, ela é uma louca e só. Depois que você cresce, você perde o seu aval social e pessoal para viver um amor louco. Não é nada consciente, eles simplesmente não acontecem mais.
Você ainda é capaz de amar de maneira forte e verdadeira, mas não chora mais no chão da cozinha, não tenta se matar, não grita no telefone, não se humilha, não chora até soluçar. Você não exerce mais todo o seu potencial de sofrimento. E que merda!
Todo ex amor deixa algo em nossas vidas. Somos frutos das nossas experiências e no âmbito emocional, somos o que restou das pessoas que amamos. E em se tratando de um amor louco, você é uma pessoa quando entra e outra quando sai.
Amores mudam e ensinam, mas amores loucos derrubam tudo o que existia antes e constroem algo totalmente novo. É como se amores fossem cursinhos e amores loucos, faculdade.
Amor louco é Tristão e Isolda, é Romeu e Julieta, é Amy e Blake, é Paul Bernardo e Karla Homolka, e acredite, por maior que seja a vontade de fazer dar certo, não é preciso ser um gênio para saber que algo tão obsessivo, exagerado e desequilibrado não possui a menor chance de ter sucesso.
Eles acabam e acabam mal. Amores loucos são a cocaína dos sentimentos. No final, eles sempre te cobram de volta toda a felicidade do durante e você sofre como nunca achou que seria possível.
Se eu pudesse dar um conselho para alguém que está vivendo um amor louco, seria: não se preocupe, vai passar. Mas enquanto não passa aproveite cada dor, porque quando ela acabar estará decretado o fim. E aí só te restará a saudade...


sábado, 24 de junho de 2017

A Bela e a Fera


Simplesmente acontece...

" Escolher a pessoa com quem você quer passar sua vida é uma das decisões mais importantes que fazemos, entre todas. Porque, quando erramos, nossa vida se torna cinza. E, as vezes. Às vezes você nem percebe até que você acorda numa manhã e ve quantos anos já se passaram."

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Nem sempre quem não te procura, significa que não sente a tua falta...

Nem sempre quem não te procura, significa que não sente a tua falta. Estava qui pensando sobre isso e cheguei a conclusão de que eu já quis ficar com alguém, já senti falta desse alguém mas preferi não procurar pelo simples fato de não saber se ele me queria ali, por não enxergar motivos pra ficar, por não ter certeza de absolutamente nada. Às vezes, por mais que a gente sinta saudade e tenha vontade de estar com aquela pessoa, se não existe reciprocidade, não vale a pena insistir, não vale a pena procurar.
Às vezes as pessoas só estão com medo de demonstrar, sabe? Medo de mandar uma mensagem e ser ignorado. Medo de deixar o orgulho e a vaidade de lado pra dizer: “tô com saudade” e no final das contas a saudade não ser recíproca. Às vezes é só medo. Medo de ligar e ser rejeitado, de falar e não ter a certeza se vai fazer alguma diferença pro outro.
Eu já senti saudade de alguém em um nível tão absurdo que não conseguia fazer as minhas coisas direito, não conseguia focar nos estudos, em meus projetos ou seguir a minha vida tranquilamente porque vez ou outra a saudade batia na porta e doía sabe? Mas ainda assim, eu não procurei a pessoa. Não procurei porque eu sabia que ela estava bem sem mim, porque eu tinha certeza de que a minha ausência não estava doendo tanto nela quanto a ausência dela doía em mim.
Eu já senti falta de alguém que eu gostava pra caramba, de alguém que eu queria muito que ficasse na minha vida, sabe? Mas entendi que querer desbravar o mundo com alguém às vezes não é o suficiente se o outro não está no mesmo barco que você, muito menos disposto a entrar na tua viagem.
Eu já perdi o sono por alguém que eu queria muito que estivesse comigo, já tive vontade de deixar o orgulho de lado, mandar uma mensagem ou ligar pra dizer: ”preciso te ver”, mas por perceber que, talvez, dizer o que eu sentia não significasse nada para o outro, eu me calei.
Eu já fui aquela pessoa que abria o chat, escrevia, escrevia mas não tinha coragem de enviar nada. Já fui aquela pessoa que visitava o perfil do outro só pra ver tinha algum sinal de que ele estivesse em outra pra tentar de alguma forma diminuir a saudade. Já fui aquela pessoa que ficava ensaiando o que dizer se encontrasse o outro por aí. Que, muitas vezes, teve que controlar a ansiedade pra não procurar alguém que tinha fugido de mim, pra não correr atrás de alguém que não merecia.
Já fui aquela pessoa que pensou em gritar pro mundo todo ouvir que eu sentia falta, mas tive que escolher engolir a saudade no seco e entender que saudade quando não é recíproca a gente simplesmente finge que não sente, um dia a gente se acostuma e ela vai embora.
Às vezes o outro não procura porque está esperando você procurar primeiro. É infantil eu sei. Mas pensa no medo que dá correr atrás de alguém que não dá a mínima por você? Às vezes as pessoas sentem uma falta do caralho, mas não procuram porque sabem que procurar, talvez, não faça diferença alguma. Talvez o outro nem se importe.
Eu já senti falta de alguém mas não procurei, me virei pra organizar sozinho toda a confusão que a saudade causava. Chorava mas não procurava, porque um dia eu disse pra alguém: ”tô com saudade de você” e vi esse alguém visualizar e nunca mais responder.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Você perdeu a menina da sua vida...

Você perdeu a menina que viajaria de ônibus pra te encontrar em um bairro que ela nunca ouviu falar, que depositaria todas as fichas só pra que esse amor que ela sentia por você desse certo. Uma menina que se molharia na chuva só pra te dar um pouco mais de espaço debaixo do guarda-chuva, que estaria disposta a te acalmar em um abraço, a cuidar de você como sempre quis ser cuidada.
Uma menina que, outro dia, depois de mais um engano, disse que definitivamente daria um tempo pro amor, e então te encontrou e a promessa não fez mais sentido. Ela iria lembrar o dia do teu aniversário e iria colocar nos lembretes importantes do celular só pra não esquecer de te preparar uma surpresa. A menina que, ao se despedir de você, passaria um tempo pedindo pra que você chegasse em casa bem e só dormiria tranquila ao ouvir a tua voz dizendo: Já cheguei amor. 
Você perdeu a menina que te passaria protetor solar - com as mãos mais macias que você já sentiu - quando vocês estivessem em uma daquelas viagem pro litoral -, e nem se importaria com os saradões de sunga branca que estivessem passando por ali. Você perdeu a menina que levaria remédio na bolsa porque antes de sair de casa você deduziu que talvez fosse ficar gripado. Você perdeu a menina que nunca teve medo de cortar o cabelo, nunca teve receio de mergulhar de corpo inteiro, que trocaria o vinho francês por uma cerveja, que sussurraria em teus ouvidos no silêncio do quarto, vestiria a sua cueca com cor de mostarda e sairia andando pela casa pra te provocar, e vestiria a sua regata como roupa de dormir. Ela iria topar acampar com você, tomar banho de rio, iria te deixar tranquilo e te ensinaria a não ligar tanto pro que os outros pensam. Ela iria te encorajar a finalmente ir na montanha russa, a provar pimenta no almoço e te ensinar a jogar baralho levantando só a sobrancelha direita. Mais do que sua parceria, ela seria sua companhia, seu conforto nos dias difíceis e sua morada.
Você perdeu a menina que nunca escondeu os seus defeitos, que te daria dicas de moda e que, finalmente, falaria na tua cara que bermuda cargo e camisa polo listrada não combinam.
Você perdeu a menina que iria sorrir de você, com você e pra você. E mesmo que as coisas não dessem certo, ela estaria com você no final do dia.  Talvez, o seu medo foi perceber que ela não faria tudo por você, que não viveria só pra você e nem atenderia todos os seus caprichos, porque no final das contas, ela não estaria sendo ela e quando percebesse a tamanha burrice que é viver a vida do outro e esquecer da própria vida, ela deixaria de te completar, porque tudo o que ela pretendia, na verdade, era somar. Ela iria te enxergar lentamente enquanto todas as outras pessoas te enxergariam rápido demais. Ela encostaria o seu mundo ao teu, esqueceria CD's, brincos, pulseiras e sandálias na sua casa só pra depois ter motivos pra voltar, dançaria com a tua tia na festa de aniversário do teu sobrinho de 4 anos. Ela te beijaria a testa com ternura, te roubaria vários beijos, você estando acordado ou dormindo. Ela te faria cafuné mesmo sabendo que você odeia que bagunce o seu cabelo, apertaria as suas bochechas e a sua bunda de vez em quando só pra ver você olhar com uma cara abusada pra ela. Ela seria o teu melhor sorriso ao acordar pra um café da manhã com pão francês, iogurte e cereais. Ela iria ameaçar chutar o teu saco quando você falasse bobagem e iria rir da cara de dor que você faz mesmo sem tê-la sentido. Ela iria te olhar de todos os ângulos, aceitar os teus defeitos internos e os físicos também. Ela iria sustentar o mundo com um só sorriso, te faria esquecer os problemas com um só olhar, nem que fosse enquanto estivesse ao lado dela.
Você perdeu a menina que iria se despojar no teu sofá, que te doaria o colo, te olharia com tamanha doçura, deixaria a escova de dentes ao lado da tua e quando você menos esperasse, iria te surpreender no almoço do sábado com um receita que aprendeu no Youtube. Você perdeu a menina que te faria perceber o quanto teu mundo mudou pra melhor desde que ela resolveu entrar. Você perdeu a menina da sua vida.

domingo, 11 de junho de 2017

O príncipe e a andorinha, uma história sobre o apego...

Com esta história sobre o papel que o apego exerce em um casamento, queremos refletir sobre os mecanismos dessa ligação que nos causa tanto sofrimento. Ela nos afeta profundamente quando tentamos controlar e dominar o outro, colocando como desculpa o amor.
Qual é a diferença entre amor e apego? Por que nos confundimos? Como o apego influencia negativamente os nossos relacionamentos?
“Quando estamos ligados a algo ou a alguém sempre há medo, medo de perder o que temos. Sempre existe essa sensação de insegurança”.
-Jiddu Krishnamurti-
O príncipe passava os dias olhando pela janela esperando que algo novo acontecesse. Tinha somente um servo que se encarregava de fazer as compras e manter o castelo limpo. “Que vida aborrecida”, ele suspirava.
Em uma manhã de abril, uma andorinha pousou na sua janela. “Oh, que criatura pequena e delicada”, disse o príncipe. A andorinha o presenteou com uma curta melodia e se foi. Ele ficou maravilhado: o seu canto parecia ser o mais lindo do mundo e a sua plumagem a mais original. Um ser único!

A andorinha retornou
O príncipe aguardava ansiosamente o seu regresso. O dia tão esperado chegou e a andorinha voltou para cantar outra canção. Ele ficou muito feliz e pouco antes da andorinha voar novamente se perguntou: “Será que ela está com frio?
Na terceira vez que o pássaro voltou, o príncipe se preocupou se ela estava com fome. Nos dias seguintes, ele se dedicou a construir uma casa para a andorinha. Ele mandou o seu servo comprar madeiras, pregos e caçar insetos. Finalmente, depois de várias tentativas desajeitadas, exigiu que o servo construísse a casa. “Pássaro maldito”, murmurava o servo.
Colocou dentro da casa os insetos, a água e tecidos de seda para fazer uma cama. Quando a viu pousada no parapeito da janela, aproximou a casa e ficou observando como ela bebia a água e aproveitava a comida que ele havia preparado. “Você gosta destes insetos, minha doce andorinha? Eu os cacei para você”. Com um breve trinado a andorinha pareceu concordar e retomou o seu voo.
O príncipe precisa lidar com a incerteza
A andorinha não voltou e o príncipe foi invadido pela ansiedade. E se ela nunca mais voltar? E se encontrar uma casa melhor? Talvez outros príncipes tenham construído casas melhores e caçado os insetos. Não podia permitir. Não existia uma andorinha igual a essa no mundo!
O príncipe passou dois dias sem dormir e sem pensar em outra coisa, até que decidiu fabricar uma porta com cadeado para a pequena casa. Quando a andorinha voltou e entrou para provar a comida, o príncipe trancou a porta. “Eu te amo, nunca mais lhe faltará água, comida e não sentirá frio”, disse ele.
Um pouco confusa, a andorinha se deixou levar, a princípio pela comodidade. Aproveitava o calor da sua nova casa e tinha comida ao seu alcance, sem precisar farejar entre as plantações para consegui-la.
O príncipe colocou a gaiola na sua mesa de cabeceira para cumprimentar a andorinha todas as manhãs ao acordar. “Você é a minha andorinha, cante uma linda canção para mim”, ele dizia. “Essa vida não é tão ruim”, pensava a andorinha e cantava lindamente. Mas, com o passar do tempo, a sua música foi se apagando, até que ela emudeceu.
A andorinha perdeu o seu canto
– “Você já não canta mais?”- perguntou o príncipe surpreso. “Você me fazia muito feliz quando cantava.”
– “Minha canção era inspirada pelo fluir do rio, pelo som do vento nas árvores, pelo reflexo da lua nas rochas das montanhas. Eu era feliz, mas agora nesta gaiola, não encontro motivos para cantar.”
– “Eu faço isso porque te amo” – dizia o príncipe. “É perigoso andar sozinha por aí. E se acontecer um acidente? E se não encontrar comida? E se um caçador atirar em você?”
– “Quem? O que é um caçador?” – questionava ela.
– “Eu cuido de você e a protejo, aqui está a salvo de qualquer perigo.”
Um dia, o príncipe acordou sobressaltado. Foi acariciar a andorinha e a encontrou morta.
Com muita raiva, chamou o seu servo e o despediu, porque certamente um dos insetos que ele caçara a tinha matado. O fato de ter encontrado um culpado não o consolou; se sentia ainda mais sozinho e impotente do que antes da andorinha aparecer. Até que outra andorinha pousou na sua janela e cantou uma canção: a mais linda canção que ele já havia escutado.
O apego exagerado acaba com o amor
Esta história fala sobre como funciona o apego nos relacionamentos de casal e nos mostra como muitas vezes os nossos medos se impõem aos desejos e direitos do outro. Quando tentamos transformar as pessoas, as afastamos da sua essência e da sua felicidade. Fazemos tudo por elas e, sem nos darmos conta, estamos prejudicando as pessoas.
Diante de uma situação de solidão ou vazio podemos assumir a responsabilidade e sair dessa situação por nós mesmos, ou então responsabilizar o parceiro e estabelecer uma relação de dependência.
O apego pode nos confundir e exagerar as qualidades do ser amado; passamos a acreditar que ele é um ser único e insubstituível. Isto aumenta a nossa ansiedade pelo fato de imaginarmos a sua possível perda. Com a desculpa de proteção ou bem-estar, podemos privar o outro da sua liberdade.
Esta é uma história sobre o apego, mas é também uma história de amor. Amar é aceitar e respeitar a maneira de ser do outro, desejar a sua felicidade antes de pensar nas nossas necessidades. É preciso deixá-lo voar como as andorinhas, caso precise e isso o faça feliz.

Seja a mulher da sua vida!

Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de chopp e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos.
E seja agora! Mas, não, não seja para os outros… nem por eles. Seja sua e por você. Vá na frente, dê o primeiro passo, mude de vida sem pedir a opinião dos outros, sem pedir a permissão do mundo. Descubra-se. Entenda-se. Faça terapia e, quando não der, faça compras. Não tenha filhos e, se tiver, permita-se ser a mãe que a natureza te formou para ser. Escolha. Viaje. Decida. E, quando ficar em dúvida, simplesmente admita. Venda seu carro, compre uma Komb. Ou, então, financie seu carro zero. Mude. De quarto, de casa, de roupa, de sonhos. Solte as mãos, abra os braços, corte o cordão que te prende ao passado. Não espere, vá. Leia, escreva, escute. Pare de assistir a novelas. Discuta, dispute, desculpe. Seja íntima de si mesma.
Seja a mulher da sua vida. Seja só sua. E não o faça de fachada, não tente impressionar. Impressione-se com a vida. Observe uma borboleta, alimente um gato, acaricie um cachorro. Permita-se ser sensível. Chore. Ser a mulher da sua vida não é ser mais homem, ser a mulher da sua vida é olhar-se no espelho e sentir orgulho do seu próprio sorriso. É respeitar suas próprias decisões em detrimento da opinião dos outros, mesmo que esses outros sejam a sua família. Ser a mulher da sua vida não é ser durona. Faça ioga ou boxe, mas faça o que você gosta. Descubra-se de novo. Perceba o que mudou. Você muda, o mundo muda; mas você muda, não muda nada. Corte os cabelos, nasça de novo. Ajude desconhecidos e aproveite milimetricamente o doce sabor de fazer a diferença na vida de alguém. Mas, antes disso, faça a diferença na sua vida!
Dirija o carro, pague o almoço, ponha o pau na mesa. Sim, você tem um pau bem grande chamado “amor próprio” e ele não está no meio das suas pernas, não. Ame-se. Ame-se muito. Ame-se acima de tudo. E depois de se amar tanto, ame-se mais um pouco. Ame-se sem maquiagem e sem estar em forma, porque do que adianta os elogios de outra pessoa se você mesma não enxerga sua beleza? Enxergue-se. Vista-se de coragem. Convença-se do quão foda você é e, se você não conseguir ser sua própria advogada, é porque ainda não entendeu o que é, verdadeira e intensamente, ser a mulher da sua vida.
Honre-se. Você não nasceu mulher à toa. Você não lutou até agora para se esconder atrás de seus próprios preconceitos. Seja a mulher da sua vida, mas não o seja pra conquistar macho ou apaixonar fêmea. Seja e pronto. E ponto.

sábado, 10 de junho de 2017

As melhores frases de Grey's Anatomy...

" Talvez quanto mais tentamos ficar alegres, mais confusos ficamos. Até não nos reconhecermos mais. Ao invés disso, continuamos sorrindo, tentando ser a pessoa feliz que queríamos ser! Até que a ficha cai , sempre esteve lá... não em nossos sonhos e esperanças, mas no conhecido e confortável, o familiar!"

" O tempo voa, o tempo não espera ninguém, o tempo cura tudo. Tudo que queremos, é mais tempo. Tempo de ser alguém, tempo de crescer, tempo de abrir mão, tempo..."

" Quero que você me prometa uma coisa: Se você amar alguém, fale a verdade. Mesmo se estiver com medo de não ser a coisa certa, mesmo se estiver com medo de causar problemas, mesmo se estiver com medo de que tudo desmorone... Diga, e diga alto. 
E você segue daí."

" Às vezes não importa o quanto ame alguém, se ele não pode amar do mesmo jeito. Viver com alguém que não consegue amar você é mais solitário do que viver só!"

" Quando dói tanto que não se pode respirar, 
é assim que você sobrevive!"

" Os laços que nos unem as vezes são impossíveis de explicar. Eles nos conectam até mesmo depois de parecer que os laços foram rompidos. Alguns laços desafiam a distância, o tempo e a lógica. Porque alguns laços simplesmente devem existir!"

" Podemos costurar a pele, reparar os danos, diminuir a dor. Mas quando a vida sucumbe, quando nós sucumbimos, não há ciência nem regras fortes e rápidas. Apenas temos que superar..."

" Você não a amava. Você só não queria ficar sozinho, ou talvez ela era boa para o seu ego, ou talvez ela te fazia sentir melhor sobre a sua vida miserável, mas você não a amava, porque não se destrói a pessoa que ama."

" Existem alguns sentimentos que se recusam a ir embora. Eles são pequenas distrações, sussurrando e seus ouvidos!"

" Como saber quanto é demais?
Demais, cedo demais. Informação demais. Diversão demais. Amor demais, ou demais pra se pedir de alguém? Quanto é demais de tudo pra que consigamos suportar?"

" Acontece, às vezes você tem que fazer a coisa errada. Às vezes você tem que fazer um grande erro para descobrir como fazer as coisas direito. Os erros são dolorosos, mas ele são a única maneira de descobrir quem você realmente é."

" Você disse? Eu te amo. Eu não quero viver sem você. Você mudou a minha vida.
 Você disse? Faça um plano, tenha um objetivo. Trabalhe para alcançá-los, mas de vez em quando, olhe ao seu redor e aproveite, porque é isso. Tudo pode acabar amanhã." 

" Não dá pra saber qual dia será o mais importante da sua vida. Os dias que você pensa serem importantes nunca atingem a proporção imaginada. São dias normais, os que começam normalmente que acabam se tornando os mais importantes."

" Porque não importa o quanto algo nos machuca... às vezes se livrar dele dói mais ainda."

" Todos nos lembramos das Histórias de nossa infância, o sapato que serve na Cinderela, o sapo que vira príncipe, a Bela Adormecida acorda com um beijo. Era uma vez... e viveram felizes para sempre. Contos de fada, coisas dos sonhos. O problemas é que, contos de fada não viram realidade.
São as outras histórias, as que começam com tempestades em noites sombrias e terminam de forma indescritíveis... são sempre os pesadelos que parecem se tornar realidade. A pessoas que inventou a frase "E viveram felizes para sempre" deveria levar uma surra daquelas. 
As histórias que contamos são coisas dos sonhos. Contos de fada não se tornam realidade. A realidade é muito mais agitada. Muito mais turva. Muito mais assustadora. A realidade é muito mais interessante do que viver feliz para sempre..."

" O único lado bom da queda livre é dar, a quem nos ama, a chance de nos pegar no colo!"

" E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor, é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz."

" Na maior parte das vezes, aquilo que você mais quer é aquela coisa que você não pode ter. O desejo nos parte o coração, nos esgota. O desejo pode ferrar com tua vida. E por mais duro que seja querer muito uma coisa, as pessoas que sofrem mais são aquelas que sequer sabem o que querem."

" Mesmo quando nossas esperanças fogem da realidade, e nós finalmente temos que nos render a verdade, isso só significa que perdemos a batalha de hoje. Não a guerra de amanhã."

" As vezes você nem sabe que algo mudou. Acha que você é você, e a sua vida ainda é sua vida, mas você acorda um dia e olha ao seu redor e não reconhece mais nada... nada mesmo!"

" A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia. E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular!"

" Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer."

" Passamos a vida toda nos preocupando com o futuro. Fazendo planos para o futuro. tentando prever o futuro. Como se desvendá-lo fosse aliviar o impacto. Mas o futuro está sempre mudando. O futuro é o lar dos nossos medos mais profundos e das nossas maiores esperanças. Mas uma coisa é certa: quando ele finalmente se revela, o futuro nunca é como imaginamos!"